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Câmera portátil e codificador de voz são usados pela primeira vez na cidade de Salto, no Uruguai, para não expor testemunhas sob proteção da Justiça

Sexta-feira, 14 de Fevereiro.

Pela primeira vez no distrito de Salto, a câmara Gesell portátil e o codificador de voz foram usados para recolher o testemunho de seis testemunhas protegidas, quatro das quais depuseram num caso de homicídio e as duas restantes num caso de violação muito grave do direito penal tipificado como roubo.

Esta atividade, liderada pelo Juiz Paulo Aguirre, 4º Juiz de Turno de Salto, foi possível graças à contribuição de técnicos da área de Telecomunicações da Divisão de Informática do Poder Judiciário, que implementaram uma mala contendo um kit prático de fácil instalação e constituído por: uma câmera de vídeo, gravador e monitor com alto-falantes, além de um manual de usuário e instalação.

Com este equipamento, o pessoal da corte pode recriar uma câmara Gesell no escritório, a fim de observar remotamente o curso dos procedimentos e comunicar diretamente com os envolvidos, se necessário.

A câmara Gesell ( Gesell dome), originalmente criada pelo psicólogo e pediatra americano Arnold Gesell, consiste num espaço isolado que permite observar o comportamento das pessoas ou ouvir as suas afirmações sem evidenciar a presença dos observadores.

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