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Estudantes da América do Sul estagiarão no Supremo até novembro

Terça-feira, 23 de agosto de 2011


Sete estudantes intercambistas do Paraguai, Argentina e Chile chegaram ao Supremo na última semana para conhecer a rotina do Tribunal, trocar experiências e aprender sobre o Poder Judiciário brasileiro. São estudantes de Direito que fazem parte do Programa Teixeira de Freitas, em parceria com a Universidade de Brasília, e foram acolhidos por servidores do STF em suas casas. Eles já visitaram as instalações do Supremo e vão desenvolver atividades como estagiários até novembro.

De acordo com a Assessoria de Assuntos Internacionais do STF, setor que cuida das atividades desenvolvidas pelos estagiários estrangeiros, eles passarão períodos em departamentos do STF, como Secretaria Judiciária e gabinetes de ministros do Tribunal, e também visitarão outros tribunais em Brasília.

Sebastián Andrés Guerra Pérez, do Chile, decidiu participar do programa porque queria conhecer o sistema político de um país estrangeiro e acumular conhecimentos para no futuro seguir carreira diplomática. Em 2009 esteve nos Estados Unidos para estudar e fez um trabalho de investigação sobre direitos humanos, área na qual pretende se aprofundar cada vez mais.

Em sua primeira semana como estagiário no Supremo, Sebastián conheceu vários setores e programas do STF, e gostou particularmente da Central do Cidadão e Atendimento. “Chamou a minha atenção a organização do Tribunal e as ações de cidadania e transparência.”

Inês Tiscornia, estudante da Argentina, logo se empolgou quando soube que haveria um intercâmbio para o Brasil com estágio no STF. “A primeira coisa que fiz foi me comunicar com o pessoal que já havia feito o estágio, e todos disseram que tinha sido uma experiência muito boa, que tinham aprendido muitas coisas e que o estágio correspondeu ao que eles estavam buscando”, conta Inês, que está no último ano do curso de Direito.

Apesar do pouco tempo como estagiária no Supremo, Inês já aponta algumas diferenças entre a forma de pensar dos brasileiros e a de outros países da América Latina. “Aqui vocês estão pensando em temas que ainda não estão preocupando o resto da América Latina, por exemplo, o meio ambiente, os presidiários, a proteção da Amazônia”, enumera.


O Programa

O Programa Teixeira de Freitas foi aprovado no 5º Encontro de Tribunais e Cortes Supremas do MERCOSUL e é desenvolvido pelo STF em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). A intenção do programa é a ampliação e construção de uma base de entendimento comum que possa contribuir para solidificar os esforços de integração econômica e promover a formação e o aperfeiçoamento dos quadros docente e discente, além de estimular o desenvolvimento de pesquisa e extensão na área jurídica, no âmbito do MERCOSUL e Associados.

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