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Comitiva de Mulheres da Carreira Jurídica elogia exposição das Constituições brasileiras


Terça-feira, 19 de junho de 2007

A presidente da Associação Brasileira de Mulheres da Carreira Jurídica (ABMCJ), advogada Herilda Balduíno de Sousa, em visita nesta terça-feira (19) à exposição “As Constituições Brasileiras”, instalada no Hall dos Bustos do edifício-sede do Supremo Tribunal Federal, declarou o total apoio da entidade às comemorações do Bicentenário da Justiça Independente no Brasil.

A presidente nacional da associação estava acompanhada das dirigentes regionais da entidade no Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo. Elas foram unânimes em afirmar a importância da exposição, especialmente para a formação das novas gerações que a visitam. Herilda explicou que a entidade “trabalha em prol do direito e dos ordenamentos jurídicos, zelando por nossas Constituições, pelos direitos fundamentais, políticos e sociais, principalmente o direito à educação, à saúde, à cultura, ao lazer e ao emprego”. A ABMCJ, que é vinculada à Federação Internacional de Mulheres de Carreira Jurídica está comprometida, no mundo inteiro, com o estudo e a luta por uma cultura de paz, concluiu a advogada.

Herilda afirmou que a visita foi bastante proveitosa, pois as representantes estaduais que conheceram a história das Constituições na mostra “irão levar para seus estados a mensagem da existência dessa exposição e a razão em comemorar os 200 anos de Poder Judiciário”. Para ela, assim como para suas colegas, é com orgulho e emoção que descobriram ser “um compromisso histórico das mulheres do direito vivenciar e trabalhar para o aperfeiçoamento das instituições jurídicas e, sobretudo, para o aperfeiçoamento da democracia no Brasil”.

Dentre as mulheres da carreira jurídica presentes à visita estava a advogada Maria Nogueira, especialista na área do direito sobre os minerais, que trabalha com garimpeiros no interior de Goiás, Bahia e Minas Gerais. Ela destacou a necessidade de divulgação da Constituição e da legislação infraconstitucional para os trabalhadores do setor, “para que não haja prejuízos nem para o meio ambiente nem para os garimpeiros”. Ao destacar o trabalho das mulheres nos garimpos, onde elas catam, lavam, selecionam e classificam as pedras, Maria Nogueira declarou: “na verdade sou uma garimpeira-advogada, ou uma advogada-garimpeira”, pois a ordem não altera seu amor por ambas as profissões.

Outra participante da visita, a defensora pública Piedade Ferreira dos Anjos Wildhagen Figueira, elogiou a exposição, dizendo que teve a melhor impressão do que viu na mostra, “maravilhosa, para nosso orgulho como brasileiras, ela não deixa nada a desejar em relação a museus que já visitei pelo mundo”. Além disso, “a exposição é uma lição viva da história e das origens institucionais do Brasil, cabendo agora à nossa associação, não só divulgar, mas também motivar nossas associadas, estudantes participantes das entidades das quais faço parte”.

A doutora Wildhagen Figueira faz parte da consultoria jurídica internacional do Fórum de Mulheres do Mercosul, da Federation Internationale des Femmes des Carrières Juridiques e da Liga Nacional das Mulheres Eleitoras do Brasil, além de participar da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Ordem dos Advogados do Brasil.

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